Primeira visita ao Brasil

Sim, fui ao Brasil!!!! Depois de um ano e meio sem ver a família e os amigos, estive de volta à terrinha, bem no coração do país. E que calor! Ufa! Goiânia sempre foi uma cidade quente, mas parece que agora, como estou acostumada com o frio de Madrid, estava ainda mais difícil de agüentar.

Devo contar que não fui sozinha… Hehehehehe! Pois é. Fui também para apresentar o “dito cujo”. Fiquei super feliz por perceber que ele caiu super bem à minha família e vice-versa. Ele até me disse que quer voltar ao Brasil todo ano. Pensa! Se fosse mais barato, até que dava, mas só com passagens gastamos quase 2500 euros.

O vôo foi super tranqüilo. Saímos de Madrid na noite do dia 5 de abril e chegamos em São Paulo no dia 6, às 7h (horário de Brasília). Tínhamos um vôo para Goiânia às 8h10, mas com a fila do controle de passaportes, perdemos o avião e tivemos que esperar até as 17h30 para pegar o seguinte vôo. Muito cansativo ficar no aeroporto de Guarulhos, olhando pro teto e esperando o tempo passar. Isso depois de ter dado umas quantas voltas pra lá e pra cá, vendo lojas, assustando com os preços das coisas, enfim. Com o fuso horário, o dia 6 de abril acabou tendo 29 horas.

Sobre o controle de passaportes, não posso me queixar, embora tenha demorado muito. A fila estava grande porque era Semana Santa e o turismo no Brasil aumenta vertiginosamente. Os espanhóis não precisam de visto para entrar no Brasil, mas devem cumprir uma série de requisitos: apresentar o passaporte, 300 euros em dinheiro vivo, um cartão de crédito internacional habilitado, um documento que comprove que a pessoa tem renda na Espanha e que não vai precisar trabalhar para se manter no Brasil durante a validade do visto de turista (três meses), uma carta-convite ou algo que comprove onde a pessoa estará hospedada e as passagens de ida e volta. Não precisa apresentar carteirinha de vacinação, mas é bom tomar a vacina contra febre amarela.

No fim das contas, não olharam nada. Só pediram o passaporte. E quem disse que a maquininha ultra-modena para leitura de chip ultra-moderno dos passaportes ultra-modernos funcionava? Na-na-ni-na-não. E a moça tentava, tentava, tentava e nada. Até que ela conseguiu resolver o problema de outra maneira. Aliás, uma coisa que me chamou a atenção é que todas as agentes eram mulheres. Até que dá uma imagem de receptividade por parte do país de acolhida.

Chegamos em Goiânia às 19h30, exaustos. Acabou que nem descansamos durante os 14 dias que estivemos ali. Era um tal de acordar cedo e dormir tarde que o sono só foi acumulando. Mas também, para fazer tudo o que tínhamos que fazer, era preciso enfrentar a correria com muito bom humor. No fim das contas, deu tudo certo. Revi alguns amigos e familiares e peço imensas desculpas aos que não pude visitar, porque o tempo foi muito curto. Prometo que da próxima vez iremos com mais tempo.

A viagem de volta também foi tranqüila. Na hora de passar pelo controle de passaportes no aeroporto de Madrid, a fila estava pequena e não tivemos que esperar quase nada. O leitor de chip ultra-moderno funcionava, mas nem precisava, porque meu passaporte é da velha geração!

E aqui estamos, outra vez, de volta à boa rotina madrileña.

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