Vida de doutoranda: terceira parte

Uma coisa muito importante e que é talvez a primeira que devemos levar em consideração na hora de fazer um doutorado: qual será minha fonte de financiamento enquanto eu estiver fazendo a pesquisa e escrevendo a tese? De estudos, não se vive. A própria pesquisa implica em gastos. Temos que imprimir um monte de textos, xerocar artigos, comprar livros, etc. Por mais que a gente estude numa universidade pública, vai ter que gastar din-din, não tem escapatória.

Evidentemente, o ideal seria conseguir uma bolsa de estudos, daquelas que depositam todo mês uma quantia “x” de dinheiro na conta e nos proporciona uma vida digna sem ter que trabalhar. Dedicação integral à tese significa defensa em menos tempo. Mas isso é para uma minoria privilegiada, da qual não faço parte. No meu caso, tenho que trabalhar para conseguir o financiamento para a pesquisa. Uma alternativa prática, pela qual eu optei, é trabalhar dentro da própria universidade. Estar perto da biblioteca, como é o meu caso, motiva a gente a ter mais contato com a bibliografia que estamos buscando.

É bom ficar atento em todas as oportunidades de bolsa de trabalho ou de pesquisa dentro da uni. Quando não temos uma super bolsa de estudos, o jeito que tem é trabalhar. E esse é o momento de tentar manter contato com os professores, conhecer como funciona o departamento ao que estamos vinculados e, quem sabe, publicar algum artigo com o orientador. Currículo! Quanto mais diverso, melhor.

Un pensamiento en “Vida de doutoranda: terceira parte

Responder

Introduce tus datos o haz clic en un icono para iniciar sesión:

Logo de WordPress.com

Estás comentando usando tu cuenta de WordPress.com. Cerrar sesión / Cambiar )

Imagen de Twitter

Estás comentando usando tu cuenta de Twitter. Cerrar sesión / Cambiar )

Foto de Facebook

Estás comentando usando tu cuenta de Facebook. Cerrar sesión / Cambiar )

Google+ photo

Estás comentando usando tu cuenta de Google+. Cerrar sesión / Cambiar )

Conectando a %s