Vida de doutoranda: quarta parte

Uma das partes mais importantes da tese é o marco teórico. Para dizer que uma coisa é assim e não de outra maneira, é preciso justificar quinhentas vezes. Nesta parte do trabalho, nada pode sair da nossa boca sem que exista um embasamento teórico que sustenta o que estamos defendendo. É a parte mais trabalhosa, porque é extremamente teórica e depende de todas as leituras possíveis e imagináveis. Leva tempo e paciência.

Na hora de escolher os livros e artigos que farão parte do marco teórico, é super importante ver as datas de publicação. Quanto mais recentes, melhor, embora também seja necessário citar os clássicos. Afinal, clássicos são clássicos e nunca vão deixar de ser. Se uma pessoa faz um doutorado em “x”, sobre esse tema “x” deverá conhecer os clássicos e, ao mesmo tempo, o que há de mais recente.

Estou nesse ponto da investigação. Haja artigos! Às vezes a gente tem que ler um monte de páginas para conseguir uma citaçãozinha de meia linha. Fazer o quê? É parte do trabalho e a bibliografia da tese deve ser respeitável.

Como sabemos que já temos um bom embasamento teórico? Boa pergunta. Meu orientador disse que é quando as teorías que estamos lendo começam a repetir conceitos e já não aportam nada novo. Espero que essa parte chegue logo!!!

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