Turespaña y la promoción de Madrid en la Red

IMG_5008La revista científica Cuadernos de Turismo ha publicado hoy un estudio sobre el discurso turístico presente en Spain.info, el portal oficial de turismo de España. El artículo se centra en la argumentación en torno a Madrid y el tratamiento de la imagen turística de la capital española en la web. Se trata de un estudio interdisciplinar firmado por  Laurence Chapuis, experta en el análisis del discurso como herramienta metodológica aplicada al turismo, Rocío Herrero Riquelme, experta en patrimonio cultural e historia del arte, y por mí misma. Mi participación en esta emocionante aventura interdisciplinar y multicultural ha proporcionado una tercera mirada hacia el objeto de estudio mediante un análisis web basado en la usabilidad y en la experiencia de usuario. Este es el resumen del artículo:

Turespaña es un organismo creado con el propósito de acometer acciones en el exterior para la promoción de España como destino turístico, por lo que era fundamental que tuviera una persuasiva presencia en Internet. Basándonos en el análisis argumentativo de Amossy, estudiamos la estrategia discursiva desarrollada en la página de Madrid del portal de Spain.info para convencer al visitante virtual de viajar a la capital. Así, en ese contexto digital, mostramos cómo el locutor construye su imagen (ethos) y la de su destinatario, y maneja las relaciones entre ambos para cumplir con sus objetivos.

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Ayuntamientos de São Paulo y Madrid en Twitter

uso de internetEl 27 y 28 de noviembre de 2015 se celebró el I Simposio Internacional sobre Gestión de la Comunicación, de los Medios a los Metamedios. El congreso tuvo lugar en la Facultad de Ciencias Sociales y de la Comunicación de la Universidad de Vigo (Campus de Pontevedra). En esa ocasión, presenté un análisis comparativo sobre el uso de Twitter por los ayuntamientos de São Paulo (Brasil) y Madrid (España).

Para los interesados en el desarrollo del e-government y de la ciberdemocracia parlamentaria en tiempos de redes sociales, os dejo el resumen de la comunicación, que ha sido publicada esta semana en la web del congreso:

El desarrollo de las herramientas digitales interactivas ha impulsado una serie de cambios en el modelo tradicional de la comunicación, sustituyendo el discurso vertical y unidireccional por la construcción compartida de contenidos en Internet. En la actualidad, las redes y los medios sociales derivados de la web 2.0 promueven un acercamiento entre todas las partes involucradas en el proceso comunicativo. Las administraciones públicas se ven igualmente afectadas por los nuevos canales interactivos, teniendo que adaptarse a las demandas de los ciudadanos-usuarios. La presente investigación tiene por objetivo principal comparar, mediante un análisis aproximativo, el uso de Twitter por parte de los Ayuntamientos de dos ciudades emblemáticas: la brasileña São Paulo y la española Madrid. Se ha realizado un análisis de contenido web de una muestra de tweets publicados en las páginas oficiales de ambos ayuntamientos en esta red. El estudio revela una infrautilización de los recursos comunicativos e interactivos de la plataforma de microblogging en cuestión, convirtiendo los perfiles en meros escaparates destinados, sobre todo, a generar tráfico hacia los sitios web de los respectivos ayuntamientos.

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Perigos do celular e da comunicação contínua

Em fevereiro deste ano publicamos uma reflexão sobre os efeitos do celular na dinâmica dessa nova Aldeia Global, onde a comunicação parece ter abandonado qualquer limite possível e imaginável. Um efeito que nos convida a pensar se realmente a comunicação do século XXI é assim tão efetiva quanto a tecnologia quer que seja. “O dia em que o celular acabou com a espécie humana” está disponível aqui no blog e creio que tem tudo a ver com este vídeo feito com emoticons para advertir sobre o uso do celular nos momentos que deveríamos estar 100% de corpo presente:

O dia em que o celular acabou com a espécie humana

Observando o desenvolvimento da sociedade atual, é inevitável pensar que hoje em dia temos mais opções de comunicação do que qualquer ser vivo na história da humanidade seria capaz de imaginar. Porém, a proximidade constante e a onipresença proporcionada pela tecnologia não é mais que uma doce –ou talvez amarga– ilusão.

O celular, esse “amigo” que sempre nos acompanha e nos anima com essa sensação de que nunca estamos sozinhos, às vezes se transforma no nosso único amigo. Um like no Facebook, uma mensagem no Whatsapp, um coração no Instagram, um direct message no Twitter… Todas essas novidades imprescindíveis materializadas numa vibração ou num led que acende de forma instantânea na tela do celular fazem com que a ilusão da eterna companhia se ative. E aí é quando a gente se sente importante para as outras pessoas. Mas realmente somos importantes para alguém que dedicou menos de um segundo em deixar um like na nossa última publicação?

Um dia desses, almoçando em um restaurante, percebi que as pessoas ao meu redor quase não se comunicavam entre elas. Estavam muito ocupadas com os seus próprios celulares, com os seus próprios likes e com suas próprias estrelinhas. Casais de jovens em silêncio, envolvidos pela energia dos aplicativos dos seus celulares, não se olhavam, não se falavam, não se beijavam, não se comunicavam.

Espera. Eu disse: “não se comunicavam”. Mas sim, se comunicavam. Na verdade, estavam tão ocupados mandando Whatsapps e respondendo os comentários do Facebook que não eram capazes de prestar atenção nas pessoas que estavam ali sentadas, nas crianças que tentavam chamar a atenção dos pais, nos pássaros que esperavam ansiosos uma migalha de pão, na brisa que virou vento, no dia que virou noite…

Existe alguma coisa mais importante no mundo atual que um selfie com mais de 100 likes? Viver a vida online e ter uma reputação invejável nas redes sociais é o principal objetivo de muitos jovens. Sem dúvida, isso é muito mais importante que ver como o mundo funciona e como os outros seres vivos funcionam. Este vídeo ilustra perfeitamente o que quero dizer, porque aí é quando a gente começa a perceber que foi o celular que acabou com a espécie humana:

Internet como refugio y escudo social: Usos problemáticos de la Red por jóvenes españoles

Revista Comunicar

actividades-de-los-ninos-jovenes-internetLa universalización del acceso a Internet entre los jóvenes va acompañada de nuevas oportunidades asociadas a las prácticas y desarrollos on-line, pero también de amenazas derivadas de un uso problemático del entorno digital. En la literatura científica actual, no se observa un consenso en la definición de las conductas que podrán derivarse de un uso inadecuado de la Red, al que, de manera tentativa, se define como adicción. Este trabajo combina una aproximación cualitativa y cuantitativa, a partir de un proyecto competitivo nacional, con el objetivo de identificar las principales amenazas que presenta la inmersión digital de los jóvenes entre 12 y 17 años en España. Los resultados obtenidos confirman, en primer lugar, el estrés y/o malestar experimentado por los jóvenes ante la imposibilidad de conectarse a Internet durante un determinado período de tiempo, especialmente en aquellos usuarios intensivos de redes sociales. En segundo lugar, se ha comprobado como las…

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Burgos: capital Ibero-Americana das redes sociais

IV Congresso iRedes em Burgos

IV Congresso iRedes em Burgos

A cidade de Burgos este ano nos recebeu com sol e céu azul, o prenúncio de una excelente quarta edição do iRedes, “Congreso Iberoamericano sobre Redes Sociales”, nos dias 6 e 7 de março de 2014. Não sei se é pela costume de ir aos congressos de jornalismo, organizados quase sempre sem contar com um financiamento mínimo necessário para fazer algo decente, a aura glamurosa em torno ao iRedes continua me surpreendendo.

No ano passado, fui pela primeira vez ao congresso sobre redes sociais mais importante da Espanha (e talvez também da Ibero-América). Comparando com o anterior, a programação do IV iRedes superou todas as minhas expectativas. Divertidos diálogos e interessantes “charlas enredadas” (conferências emaranhadas), tão próprias desse encontro anual dos amantes dos Social Media, encheram o Fórum Evolución de risadas, aplausos e reflexões sobre um futuro próximo que continua sendo um grande mistério para os que tentam prever os efeitos da tecnologia.

Depois da breve inauguração do evento, realizada pelo professor José Luis Orihuela, autor do blog eCuaderno, a diretora das Alianças Estratégicas para a América Latina (Facebook), Laura González-Estéfani, contou a sua experiência viajando pelas cidadezinhas do interior da América Latina, onde, segundo ela, a Internet ainda não faz parte do dia-a-dia dos cidadãos. Com o projeto internet.org e a intenção do Mark Zuckerberg de conectar o mundo inteiro, Facebook desenvolveu interfaces específicas para os future phones, anteriores aos smartphones, já que a maior parte dos habitantes dos povoados e aldeias a América Latina continuam utilizando esse tipo de telefone celular.

A primeira mesa redonda, “Virales, memes y personas”, reuniu a Delia Rodríguez, Pablo Herreros y Arnaud Roy ao redor das tentativas frustradas de descobrir os segredos que fazem que um conteúdo seja viral na Internet. Os convidados criticaram as estratégias comunicativas do presidente do governo espanhol, Mariano Rajoy, mais próximas ao silêncio incômodo que a uma resposta efetiva, e as da companhia aérea Ryanair, pela contínua falta de escrúpulos por parte dos seus representantes.

A literatura e o cinema tiveram uma sessão especial no IV iRedes. O diálogo entre o escritor Juan Gómez-Jurado e o cineasta Rodrigo Cortés se converteu em uma estranha mescla do evidente narcisismo do primeiro com a sensatez do segundo. Ambos convidados responderam as perguntas do público sobre o uso da tecnologia nas sus respectivas profissões.

Este ano, a grande novidade foram os quatro cursos, realizados na tarde do dia 6 de março:

  • Empreender na Internet
  • Comunicação efetiva nas redes sociais
  • Criação de conteúdos no YouTube
  • Fotografia nas redes sociais

Sou testemunha do excelente trabalho da equipe do curso de comunicação efetiva nas redes sociais, formada por Mario Tascón, Estrella Montolío e Judith González. Com eles aprendemos a usar a língua espanhola de uma maneira mais clara, correta e eficaz.

O segundo dia do congresso começou com a juventude e o talento de dois youtubers muito conhecidos no mundo da viralização: aLexBY11 e Wismichu. Depois, a vice-presidente editorial do Yahoo! na Europa, Oriente Médio e África, Noelia Fernández, explicou a importancia da agregação de conteúdos e da filtragem da informação pelos próprios usuários.

Microsoft esteve presente com a conferência do Óscar Mozo Rivero, que comentou sobre a utilidade das redes sociais corporativas, inclusive nas pequenas empresas. Ana Bueno, Elena Neira e Ignacio Escolar, que também subiram ao palco, foram os atores da mesa redonda “Redes sociales y segundas pantallas”.

A última “charla enredada” chegou como uma brisa suave e fresca. Álvaro González-Alorda se atreveu a dizer as verdades necessárias, aquelas que doem, que apertam o coração e ampliam o cérebro: estamos viciados na tecnologia e prestamos mais atenção aos aparelhos eletrônicos que à família e aos amigos. Como se o puxão de orelha não bastasse, concluiu a sua palestra dizendo que cuidar dos nossos pais fortalece a musculatura do nosso caráter e que se não cultivamos a dimensão espiritual, nossa vida estará incompleta.

Antes do esperado diálogo entre Pedro J. Ramírez y Eduard Punset, foram entregues os prêmios iRedes, categorias individual, institucional e “letras enredadas”. E esse “casal” tão peculiar, formado por um jornalista perseguido pela polêmica (ou talvez seja ele mesmo quem persigue a polêmica) e um divulgador científico sem termos de comparação, nos deixou com um gostinho de quero mais e a vontade de vir a Burgos no ano que vem.

Burgos: capital iberoamericana de las redes sociales

iRedes

IV Congreso iRedes en Burgos

La ciudad de Burgos este año nos ha recibido con sol y cielo despejado, el preludio de una excelente cuarta edición de iRedes, Congreso Iberoamericano sobre Redes Sociales, el 6 y 7 de marzo de 2014. No sé si por la costumbre de ir a congresos de periodismo, organizados casi siempre sin contar con el mínimo presupuesto necesario, el aura glamurosa en torno al iRedes me sigue sorprendiendo.

El año pasado fue la primera vez que acudí al congreso sobre redes sociales más importante de España (y quizá también de Iberoamérica). En comparación con el anterior, el programa del IV iRedes ha superado todas mis expectativas. Divertidos diálogos e interesantes charlas enredadas, tan características de este encuentro anual de los amantes de los Social Media, han llenado el Fórum Evolución de risas, tecleos, aplausos y reflexiones acerca de un futuro cercano que sigue siendo un gran misterio para los que intentamos predecir los efectos de la tecnología.

Después de la breve y entrañable inauguración del evento, hecha por José Luis Orihuela, “El Profe”, la directora de Alianzas Estratégicas para Latinoamérica de Facebook, Laura González-Estéfani, relató su experiencia por los pueblos de Iberoamérica, dónde, según ella, Internet aún no es parte del día a día de los ciudadanos. Con internet.org y la intención de Mark Zuckergerb de conectar el mundo entero, Facebook ha desarrollado interfaces específicas para los future phones, anteriores a los smartphones, ya que la mayor parte de los habitantes de los pueblos de Iberoamérica siguen utilizando ese tipo de teléfono móvil.

La primera mesa redonda, “Virales, memes y personas”, reunió a Delia Rodríguez, Pablo Herreros y Arnaud Roy en torno a los intentos frustrados de descubrir los secretos que convierten en viral a un contenido en Red. Los invitados criticaron las estrategias comunicativas de Rajoy, más cercanas al silencio incómodo que a una respuesta efectiva, y las de Ryanair, por la recurrente falta de escrúpulos por parte de sus representantes.

La literatura y el cine tuvieron una sesión especial en el IV iRedes. El diálogo entre el escritor Juan Gómez-Jurado y el director de cine Rodrigo Cortés redundó en una extraña mezcla entre el evidente narcisismo del primero y la sensatez del segundo. Ambos invitados respondieron las preguntas del público sobre el uso de la tecnología en sus profesiones.

La gran novedad de este año han sido los cuatro talleres:

  • Emprender en Internet
  • Comunicación efectiva en redes sociales
  • Creación de contenidos en YouTube
  • Fotografía en las redes sociales

Soy testigo de la excelente labor de Mario Tascón, Estrella Montolío y Judith González en el taller de comunicación efectiva en redes sociales. Con ellos,

iRedes-Burgos

El escenario de iRedes

hemos aprendido a usar la lengua española, nuestra principal herramienta comunicativa, de una manera más clara, correcta y eficaz.

El segundo día de congreso empezó con la juventud y el talento de dos youtubers archiconocidos en el mundillo de la viralización: aLexBY11 y Wismichu. A continuación, la vicepresidenta editorial de Yahoo! (Europa, Oriente Medio y África), Noelia Fernández, nos explicó la importancia de la agregación de contenidos y del filtrado de la información por los propios usuarios.

Microsoft estuvo presente de la mano de Óscar Mozo Rivero, que nos explicó lo útil que pueden llegar a ser las redes sociales corporativas, por pequeñas que sean las empresas. Ana Bueno, Elena Neira e Ignacio Escolar, los siguientes en subir al escenario, fueron los actores de la mesa redonda titulada “Redes sociales como segundas pantallas”.

La última charla enredada nos llegó como una bocanada de aire fresco. Álvaro González-Alorda se atrevió a decirnos las verdades necesarias, aquellas que duelen, que encogen el corazón y ensanchan el cerebro: somos adictos a la tecnología y prestamos más atención al dispositivo que tenemos delante que a la familia y a los amigos. Como si con el puñetazo ya no tuviéramos suficiente, concluyó su exposición recordándonos que cuidar a nuestros padres aporta musculatura a nuestro carácter y que si no cultivamos la dimensión espiritual, nuestra vida está coja.

Pedro J. Ramírez y Eduard Punset

Pedro J. Ramírez y Eduard Punset

Antes del esperado diálogo entre Pedro J. Ramírez y Eduard Punset, tuvo lugar la entrega de los Premios iRedes, categorías individual, institucional y letras enredadas. Y esa tan peculiar pareja, formada por un periodista perseguido por la polémica (o quizá sea él mismo el que la persiga) y un divulgador científico sin parangón, nos dejó un buen sabor de boca y las ganas de volver a Burgos el año que viene.